
Há alguns paradoxos musicais que tenho um certo interesse. Entre todos os existentes, este post será voltado às mudanças. Se houver uma unanimidade entre todos os críticos é que fazer um disco igual ao anterior é ruim, porém pior ainda é ter uma mudança trágica.
Lembro de quando o Simple Plan lançou o terceiro disco cheio de baladas eletrônicas e não agradou nem aos tradicionais fãs e aos críticos. Para ser mais recente, cito o Peter Doherty que acabou de ter seu disco vazado na internet e não houve faixas de boas-vindas.
Outra pessoa que caiu no conceito de que nem toda mudança é recebida de braços abertos foi a Kelly Clarkson. A ex-rebelde do rock, quando se abriu ao pop, o mesmo parece ter virado as costas.
Mas quem pensa que produto em conserva é bom se engana. As fórmulas do AC/DC são as mesmas e muitos críticos rejeitam a falta de inovação da banda. Várias bandas da cena independente ao lançarem o seus discos foram bastante criticadas, entre elas temos o Hard-Fi e o Bloc Party.
O fato é que entre o medo de mudança e o de se arriscar. Muitos acabam se acovardando e o que vale nessas horas, não são críticos, mas a sabedoria popular, afinal, quem não se arrisca, não petisca.



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