terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Proteção Eterna

As lágrimas que eu derramei por você
Formaram esse rio que hoje navego
Com o barco que tu me deste
No dia que quis percorrer todos os oceanos

Neles não tive prazer em estar
Mas no meu...
Estou conhecendo aos poucos
Com o sangue nos meus olhos

Vi o mundo de uma forma simples
Congelado pela frieza das pessoas
E a complexibilidade cotidiana
Que inspirava à vida, se foi

Então continuei navegando
Pelo mar das minhas tristezas
Onde encontrei belezas maquiadas
Levadas pelo vento ao mar

Homem ao mar?
Quem dera pudesse eu cair
Do barco que tu me destes para me proteger
Acabaria assim, com este meu viver

5 comentários:

Bruno Battousai disse...

Mas ao fundo vi um homen,
um Homen,
quando o vi percebi que esta bem,
pois dormia, dormia!
Mas meu desespero foi grande
e tive que acoradalo pedindo
sua ajuda, assim ele disse:
-Cala-te vento, acalmate mar.
e ele disse:
-Quem é este que até o o vento se cala para ouvir sua voz e o mar se acaulma para ouvir sua fala!
O nome dele é JESUS.
té mais amigo!


http://www.blogdobatto.rg3.net
.
http://www.googlebatto.rg3.net

blog disse...

Acho que vc "derreteu" demais as palavras, camarada. Talvez o texto possua o tom confessional, essa coisa verdadeira que pode levar o texto ao Inferno ou ao Céu, mas, dessa vez, acho que vc poderia ter ido por outro caminho. E a preocupação com rimas prejudicou o texto, a meu ver.
Mas é apenas uma opinião.
Abraço.

André disse...

um bonito poema. simpatico. falta um pouco de acidez e perversao. a vida é assim.

www.blodaincerteza.blogspot.com

Bala disse...

Que bonito, meio triste.
Parabéns.

http://bsalgada.blogspot.com/2008/12/casa-nova.html

Cruela Cruel Veneno da Silva disse...

gostei disso: Homem ao mar?
Quem dera pudesse eu cair

se a gente pudesse cair por alguns instantes.