sábado, 9 de agosto de 2008

Frívolo da Perfeição


Em moradas não antes caminhadas fiquei cansado de tanto andar por caminhos que outrora pareciam difícies de trilhar.

Enquanto tentava me esquivar das coisas frívolas ocasionadas pelas circunstâncias que me dediquei a criar, pude ao impasse das chegadas ver que em ti que as verdadeiras moradas se encontram em determinar que caminho seguir, e em conseqüência, entendi que em todo local podemos encontrar a felicidade.

Talvez pela satisfação adquirida em tempos remotos, talvez pela ansiedade de querer outros encontros, talvez pela dúvida pedante e densa que engloba as atividades simples de querer ser feliz, mas...as verdadeiras fortunas são aquelas adquiridas pelo nosso coração.

Agora posso me jogar ao vento, e sentir as brisas que tem seus trajetos naturais, sem que eu as bloqueei pelo medo de sentir a suavidade do vento limpar o meu rosto e fazer-me esquecer por segundos que eu sou um mero mortal.

Em outras rotas que não há uma busca incansável pelo receio outrora rejeitada, mas hoje encarada e com vontade de dizer: 'Que soprem os ventos'.
Não...agüento a presença pela falta de ausência que se intitulou nos simbolismos do meu querer, que nas angústias das madrugadas do silêncio coloco em constante ação Tudo aos meus impostos cobrados pelo Banco de mim mesmo.

Não há juros que se criam pela divida externa oriunda de você, e não há saltos que se emprestam ao contorno dos bancários vista que a nomeação foi simultânea e totalmente limpa: em vista dos 'paraísos fiscais'.

E...ao rever todas as burocracias que nos cercam, ainda continuo tentando achar minha senha que se encontro no seu coração.

10 comentários:

LUCAS DE OLIVEIRA disse...

legal o texto

interessante


Lucas de Oliveira

Lucas Moratelli disse...

Gostei do texto, a analogia do fim foi interessante!
Mas a linguagem rebuscada do início cansou a leitura.
Mas muito, muito bem escrito;

Abraço!

Levi Ventura disse...

Esse texto é seu mesmo?
Amei o texto, principalmente esse trecho:
"Não...agüento a presença pela falta de ausência que se intitulou nos simbolismos do meu querer, que nas angústias das madrugadas do silêncio coloco em constante ação Tudo aos meus impostos cobrados pelo Banco de mim mesmo."

Tayná Guedes disse...

Texto muito bom,fico tão feliz d ver pessoas que escrevem tão bem.
vou voltar aqui mais vezes viu XD


bjus



http://taynalu.blogspot.com/

Gleh Erika! disse...

Maravilhosa mensagem ...

"as verdadeiras fortunas são aquelas adquiridas pelo nosso coração."

É muito legal quando a gente lê algo q define exatamente a fase da vida q a gente está passando, e esta frase é uma delas, pelo menos p/ mim ...

Bjão ...

KitFisto21 disse...

lindo texto...

a linguagem do texto aproxima-se um pouco do Barroco, por causa do rebuscamento...

ainda assim, ótimo texto

Heitor Evo disse...

texto muito bem feito

foi voce mesmo que escreveu?

no final a frase burocracia que nos cerca serve bem ao pais que vivemos

DuDu Magalhães disse...

Os textos do Blog Visão Contrária São de Autoria Propria! Se algum dia não for, claro que vai conter o nome do autor ao final do texto!

Abrasss

www.manufaturanova.blogspot.com disse...

Nouussa que belo texto!! Belas e eloquentes palavras!! Adorei!

Marcelo disse...

Muito boa estas metáforas finais do banco e dos sentimentos.. legal mesmo
Parabéns.