sexta-feira, 18 de julho de 2008

Incoerência Repentina


Olhei pro mundo do céu
Vi o Sol nascendo da terra
Abrindo os caminhos encontrados por mim
Perdido?
Encontrado?
Dilacerados!
Percebi que tinham anjos do meu lado
Sorrindo como criança
Em olhares de esperança...
Mas senti uma injustiça do ar a não me banhar
Soprar...
Sopro de vida!
Minh'mente desmente o caos dos meus olhos
Que congelam a cena que passa
Dezenas e centenas
Cenas!
Figuras de linguagem
Tudo me faz pirar
Perco-me no ar
Já nem importa se conseguirei abrir a porta ao voltar
Não importa o recomeço
Escrevo!
Desejo...
Apenas desejo não ter presa
Pois essa é minha festa!


Por DuDu Magalhães

23 comentários:

Petter disse...

Profundo, ui.

Rafael disse...

Um excelente poema. Gostei da sensibilidade do texto. Parabéns pelo blog.

abraço!

Stanley Marques disse...

"Que congelam a cena que passa"
O problema é quando essas cenas são absurdas, inaceitáveis, tristes.

http://www.antologiaracional.com/

Beline disse...

Dispense as rimas que forem caras!

LUCAS DE OLIVEIRA disse...

Grande poema, amigo!
Gostei!!!

abçs



www.lucasjdeoliveira.blogspot.com

Rafael Carvalhêdo disse...

Muito bom esse texto! É seu mesmo?
Vc tem talento... escreve com boas palavras, prende. Gostei bastante!

JOÃO PAULO TOZETTI disse...

não sou muito fã de poesia, mas essa é muito boa.

Newton Flamarion disse...

nossa velho que legal isso aí tudo certinho combinando ficou bonito, eu queria olhar a terra do céu hahaha abraço passa no meu se der vontade viu http://2temposs.blogspot.com/

Maiara Maria disse...

Dudu, seu poema é bom. Você só pecou numa coisa, não existe minh'mente (sic). Esse tipo de estrutura - elisão - só é usado, diante de palavras começadas em vogal ou quando h é mudo. Exemplo, minh'alma, minh'arte, minh'harpa, etc.

Jonatas Fróes disse...

Gostei da poesia, mas acho que as rimas ficaram um pouco pobres. Minha opinião, não leve como uma crítica pejorativa!!!

Parabéns pelo blog!

[]'s

nanaxinha_dk disse...

adorei seu modo de escrever, vou olhar os outros posts

Breno Lucano disse...

Que fique como sugestão: recolha e catalogue seus poemas. Eles podem originar um livro no futuro. Por que não pensar num livro temático de poemas?

Bia Nascimento disse...

Obrigada pela visita no meu blog!!

Quanto ao seu pedido...
http://www.adorocinema.com/filmes/historia-de-nos-2/historia-de-nos-2.asp

É de 1999,mas assisti recentemente com meu namorado e gostamos muito.
Ótima pedida!!!

Victor Aguiar disse...

Ótimo poema cara.
Não gosto muito dessas coisas, mas sei reconhecer um bom poema. (:

Hugo Henrique disse...

F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O

VisãO contrária?
Eu chamaria de visão real!
Tudo depende de saber interpletar ;)

=)

Nido. disse...

Vi anjos ao meu lado. Derrubei alguns!

Anônimo disse...

bacana o poema. Boa sensibilidade.

http://www.91rock.com.br/blog/questiona

James Bond disse...

profundu

www.sfjb.blogspot.com

Robson Delgado disse...

Sensibilidade extrema! Compile todas as suas autorias, já passei aqui uma outra vez e vi tamanha a obra criada!

xD;

Ricardo Thadeu disse...

Também não entendi. :P
Brincadeira, camarada.
Legal o poema.

¡Adiós!

Lara Sousa disse...

Esse poema fico massa, não rimou mt na minah opinião ams a msg q passou foi master;

beeeijO

Sammyra Santana disse...

Lindo o q vc escreveu... bem q eu tav aprecisando ler algo assim!
Valeu!
bjo

Ana Lucia disse...

bonita poesia, parabéns!