domingo, 29 de junho de 2008

A Crise de Alimentos e o Biocombustivel


Olá,


Antes de mais nada gostaria de dizer que é uma grande satisfação estar publicando neste blog, espero que vocês gostem dos textos.


Muito se tem falado sobre a crise de alimentos. De forma geral os países desenvolvidos e principalmente o “chefão do mundo”, pois é assim que ele se acha, acusam o Brasil como sendo um dos grandes responsáveis pela falta de alimento no mundo. Eles argumentam que em vez de o Brasil produzir grãos, o país utiliza suas áreas agricultáveis para cana-de-açúcar, isso é intolerável. Sem dizer que é pratica comum nos EUA pagar fazendeiros ricos para que não produzam em suas terras o que diminuí a oferta mundial de alimento


São tantas as inverdades ditas, ou melhor, "mal-ditas". Primeiramente, o Brasil fabrica o etanol através da cana e o EUA (chefão do mundo) pelo milho. Agora me diga colega o quê você usa como alimento?!. Você almoça um arroz, feijão, bife e um milho cozido ou arroz, feijão e cana-de-açúcar? Particularmente, eu almoço a primeira opção.


Ainda digo mais meus colegas, o Brasil utiliza menos de 2% das terras aráveis para a cana destinada ao etanol, e o chefão lá de cima nos últimos 10 anos a porcentagem de milho plantado para a produção de etanol subiu de 5% para 25%. É uma hipocrisia acusar o Brasil pelo o quê esta acontecendo, nós não temos responsabilidade sobre o aumento do consumo de alimentos nos países da Ásia, na China, na Índia e outros.


Podemos apontar como culpados para a crise mundial de alimentos o aumento dos fertilizantes que teve um aumento de 100% comparado ao ano passado, o aumento de petróleo - esqueceu como as maquinas são movidas? -. O mundo cresceu, a renda subiu, com isso aumentou o consumo de alimentos, é até meio óbvio.


A falta de alimento provocou explosão de violência nas ruas do Haiti, Camarões, Egito, indonésia. Entre outros. O povo com fome perde a noção, fica “doido”.


No entanto, de modo geral, acredito que isso não passa de inveja e medo, pois a maioria dos países não consegue produzir o biocombustivel com a tecnologia e com a qualidade com que o Brasil consegue, e o medo está em que o Brasil - um país emergente que na realidade é subdesenvolvido, pois desde que quando eu nasci o Brasil está emergindo e ate agora nada.- Se torne o novo “chefão do mundo”.


Enfim, surgi certo medo de o Brasil dominar o mercado mundial de combustível, haja vista que com toda a discussão sobre o aquecimento global (em breve estarei escrevendo sobre isso) o petróleo estará gradativamente sendo substituídos por fontes de energia menos poluentes, e como sabemos que o etanol polui menos, o mundo estaria de certa forma nas mãos do Brasil.


Agora imagine todo um planeta sendo dependente de um país subdesenvolvido, para os países desenvolvidos isso não seria nada confortável... É, Já dizia um velho amigo: O medo mora perto da verdade! – Verdades Inconvenientes -... Mas isso é assunto para outro post...


Por: Pedro Junior

perfume de rosas


Certa vez li que da pra saber quando uma mulher é bela, só pelo perfume.

O poeta falou que a bela mulher sabe escolher seu aroma ideal

é como as flores, as rosas, as tolipas, e outras...

sempre são as escolhidas pela beleza, e o aroma mais agradavel,

se eu fosse falar dessa moleca então não poderia ser diferente

uma pessoa tão bela por dentro e por fora deve ter do perfume mais raro

aquele que nem todo dinheiro do mundo pode compra

um aroma puro, leve, e que não sai da memoria depois de senti-lo
Por: Joao Maluquinho.O

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Déjà Vu²



Sorvete de Morango.O!



Por DuDu Magalhães

quinta-feira, 26 de junho de 2008

MAS QUEM SE IMPORTA?



Sinto que os poemas que escrevo
cada pensamento, todos pensando
cada palavra, cada cada...
tudo são apenas fragmentos
do meu "eu" escondido
que tenta viver por ai
fala ao pé do ouvido
mas quem se importa?!

meus pensamentos tem asas
eles sabem voar
eu não tenho assas
mas também sei voar
e sempre vôo em direção da minha liverdade
mas quem se importa?

Se meus poemas só tem sentido pra mim
se alguns digam que são apenas ilusões momentaneas
desejos reprimidos contidos nos meus versos
e se forem... e se não forem...
mas quem se importa?

Apenas escrevo o que sinto
sinto que tenho que escrever pra viver
esse é meu objetivo
talvez algum dia alguem decifre minhas mensagens
mas quem se importa?

posso não estar sempre aqui
mas meus pedasos estarão
minhas palavras são pedasos
são pedasos de mim...
mas quem se importa?

Por DuDu Magalhães
Ps: Os "erros" gramáticas são intencionais, no próximo post explico.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Bolo de Chocolate

INGREDIENTES

Massa:
1 xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó
½ xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
5 ovos

Recheio e cobertura:
½ xícara (chá) de chocolate granulado
½ xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
2 colheres (sopa) de manteiga
2 latas de leite condensado


Preparo

Massa: Bata na batedeira, as claras em neve bem firme. Junte as gemas, uma a uma, e acrescente o açúcar. Despeje o leite aos poucos, sem parar de bater. Incorpore, por fim, delicadamente a farinha peneirada com o Chocolate em Pó e o fermento. Despeje em uma fôrma redonda (28 cm de diâmetro) untada e enfarinhada e leve para assar em forno quente (200º C) por aproximadamente 40 minutos. Deixe esfriar e corte-o ao meio.

Recheio e cobertura: Leve o Leite condensado, a manteiga e o Chocolate em Pó ao fogo, mexendo sempre. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar, sem parar de mexer, por cerca de 6 minutos ou até formar um creme consistente. Cubra uma metade do bolo com este creme, arrume a outra metade, espalhe o restante do brigadeiro com uma espátula ou faca e espalhe o chocolate granulado em toda a superfície. Leve para gelar e sirva.

Dica

*Para cobrir o bolo, você pode utilizar o Moça Fiesta Chocolate.

*Se desejar, umedeça o bolo com um pouco de leite e algumas gotas de rum.

*Congelamento: Congele o bolo já pronto. Deixe por até 3 meses em freezer ou duplex. Para descongelar, retire do freezer de véspera. Ao descongelar, cubra o bolo com o granulado e deixe em geladeira até o momento de servir.


PS: Ontem minha sogra fez um bolo de chocolate pra mim. Jucelino (um amigo da facu) disse que depois do casamento não vai ser assim... -Prefiro não comentar-

Por DuDu Magalhães

segunda-feira, 23 de junho de 2008

ctr+c e ctrl+v do meu PC


Ensaio


Socorro, papel enfeitado

Acolhe minha dor em tom azulado


Transforma em palavras, faz favor

Não deixe a angústia virar estupor


Fale algo que lhe convier

E vejo se entendo o que puder


Alivie este aperto atemorizado

Que o reverencio como humanizado


Nem me passa calorosa energia

Eis de acabar também tu um dia


por: Tania Montandon

~

domingo, 22 de junho de 2008

Se você conhece sua história...

Hoje parei pra pensar nos aspectos que minha namorada me agrada, e nos que ela me frustra ou decepciona. Mas para você, caro leitor deste blog, entender, vou contar um pouco da minha história.

Quando eu era mais novo sentia-me impotente ante a vida em família, pensava que nunca ia conseguir modificá-la, com isso, achei melhor deixar o tempo passar e esperar, acreditando que, quando eu ficasse mais velho, poderia viver minha vida do meu modo.

Claro que nem sempre foi assim, certas vezes usei e abusei de toda arrogância e rebeldia possível, usei todas as armas que eu pude para conseguir alguma mudança, cobrava dos meus pais reformulações e mudanças de atitudes, numa vã tentativa de impor meus próprios desejos, minha própria visão de mundo, e tudo mais.

Depois de muito "apanhar da vida" [e dos meus pais também], pude compor uma visão mais abrangente e madura sobre a minha vida, tanto no aspecto familiar, quanto no pessoal.

Na minha família, todas as necessidades dos seus membros, eram, dentro do possível, atendidas. Ela lidava com todas as verdades possíveis com inteligência e cautela, não tinha alguém que decreta-se o "certo" e todos teriam que "obedecer" calados. Mas eu nunca estava satisfeito, queria sempre impor meus desejos a força, odiava quando algo que eu queria muito, não era feito, ficava emburrado, querendo brigar com todos.

Na prática, esta forma de agir da minha família, funcionava porque havia um interesse mútuo sobre como cada um se sentia naquele convívio, sabiam de suas necessidades e principalmente, respeitavam a individualidade alheia. Mas eu sempre fui do contra, sempre achava que estava certo.

No meu namoro, somos duas pessoas que no fundo, ainda não descobriram qual o verdadeiro caminho a seguir, com minha namorada aprendi a acreditar no destino, e acho tão incrível o quanto nossos planos para o futuro se casam com perfeição[no aspecto profissional principalmente, no pessoal eu quero criar Canguru e ela não gosta muito da idéia xD~~] com tudo isso, estamos seguindo o mesmo caminho.

Sei que é importante nos individualizarmos, buscarmos nossos caminhos independentes um do outro, mas sem que eu perceba, sempre estamos indo para o mesmo caminho, e é tão bom caminhar junto a ela...

Durante dias estive pensando qual seria o meu lugar na vida dela, e enquanto isso, esperava algumas mudanças dela, mas esqueci que é mais simples eu começar a mudança por mim mesmo. Na verdade, acho que não queria "aceitar" que eu tenho a minha "culpa" nos aspectos que minha namorada me frustra ou decepciona.

Enquanto escrevo isso, reflito sobre nosso relacionamento, e acho que o que realmente falta é o "dialogo intima", ainda não somos tão íntimos, talvez uma forma que temos de nos "proteger". Todavia, sei que a companhia dela irá compor meu repertório pessoal de experiências, e ela já esta marcada pra sempre na minha história...

Então meu povo, vou é cuidar melhor do meu namoro, não pensar nesses "aspectos ruins", porque ninguém é perfeito, e ela é "imper-FEITA para mim". Ah, que saber, vou é parar de pensar nessas besteiras, e começar a garantir todas as condições favoráveis para o nosso desenvolvimento tanto profissional quanto pessoal... Enfim, Amo muito minha desastradinha! [UFA!]

sábado, 21 de junho de 2008

O poder como o mal da humanidade

Foucault mostra a necessidade de uma interpretação sobre o lugar das ciências humanas na modernidad, assinalando as transformações sofridas pelas soceidades modernas em relação às precedentes.

Focaliza a genealogia do poder, buscando conhecer suas origens, que são místicas e se desdobram até chegarem ao fato. O poder não está presente só no presidente, no professor, no Papa... está também na capilaridade entre homens e mulheres, adultos e crianças... O poder é um exercício de vida que ocorre nas relações, uma via de mão dupla que caminha junto com o social. O que constitui os indivíduos, gestos, desejos, maneira de ser é um efeito do poder e, ao mesmo tempo, seu centro de transmissão.

Pensando o contexto das prisões no século XVIII, o enclausuramento do louco, como um ato de poder e não de conhecimento, Foucault inaugura uma arqueologia do saber, enterra a razão no solo da desrazão, dando voz ao silêncio conferido aos loucos.

Nas sociedades primitivas, o poder tinha sua base na relação soberano-súdito, com controle via proibição e punição. Nas mais modernas, a base está mais nos aspectos disciplinares, agindo menos pela repressão e mais pelo instinto e estímulos.

A contemporaneidade valoriza o corpo e seus atos, contrapondo à valorização da terra e seus produtos como antigamente. Enfatiza-se a estética do corpo como concepção de poder. Este domina pela excitação, mais que pela proibição. É individualizante e regulador do tempo, funciona na rede de dispositivos espalhados com a intenção de produzir corpos úteis e dóceis. Usa os desejos individuais, incentivando e manipulando-o visando a preservar a hierarquia do poder.

A genealogia está atrás das fontes e dos conhecimentos. O enclausuramento dos loucos permitiu aos psiquiatras entender algo da loucura, produziu saber. O poder produz o saber. Produzir conhecimento é ir ao encontro do desconhecida, o inexplorado.

Foucault considera a genealogia uma anti-ciência por propor construir não uma teoria sistémática do poder, mas uma análise que permita uma política de resistência e luta contra as formas hegemônicas de dominação. Aposta numa relação inelutável entre poder e saber. A genealogia não contria a ciência em si, mas sim a função social de exercício de poder. Denuncia os saberes como peça de ação polítiica e também produz saber, pois se torna efeito de seu exercício. Sim, uma contradição, não há saber neutro, sempre é político, inclusive o produzido pelo exercício da genealogia.

Não se pretende uma hegemonia teórica, a aposta está na eficácia das ofensivas locais e descontínuas, como a luta anti-manicomial. É o reconhecimento do caráter histórico e mutante dos sujeitos e do saber sobre os mesmos.

O universo psi funciona como produtor e modelador de um tipo de subjetivação próprio da sociedade disciplinar, através de um discurso de verdade sobre a normalidade. O indivíduo, o comportamento, o emocional, o psicológico, o inconsciente são objetos de investigaçãoo e constituem o saber psi um instrumento dócil para o exercício do poder disciplinar. Isso é verificável constatando-se que os resultados alcançados fortalecem a demanda pelos especialistas muito mais que o aumento dos níveis de saúde mental da população.

Foucault ensina que o saber não deve ser dissociado da política, pois não se pode desconciderar os determinantes sociais, políticos, econômicos e culturais que atravessam os saberes e as práticas do campo psi, assim como toda reforma e mudanças pressupõem um embate de forças, com ações e resistências.



Ciência x sabedoria

Saber em forma x saber disforme

Saber em letras x saber em atos

Saber provado x saber ousado

Saber elite x saber humilde

Saber fetiche x saber efetivo

Saber objetivo x saber subjetivo

Saber limite x saber palpite


por: Tania Montandon

~



sexta-feira, 20 de junho de 2008

Alma Geometrizada!

A Solidão me mapeou
Em seus traços não definidos
Escreveu em minha alma branca
com giz de cera azul

Como a cor das nuvens
que fazem desenhos intangiveis
no meu céu, fim-de-tarde-arde
aos poucos a lua amarela ganha a noite

Amareló-óuro expandiu-se pelas planícies
vazias e escuras do meu peito
que doi na fotografia do nada
tirada na noite em que revelaram-me a vida

Codificada pelo amor
Nas sombras da minha estrada
que tem linhas e uma mão que destina
ao enigma imaginoso nesta folha quadrada
que explica quase nada
desta alma geometrizada

Por DuDu Magalhães

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Garota do coração inocente

Meu crime é sonhar demais
fazer planos imortais
curtindo a curta metragem do meu show
no interior dos meus devaneios

As porções de ilusão vão se acumular
até quando eu não mais agüentar
e despausar a minha vida sair do stand by
direi good by! direi good by!

Toda minha vivencia é confusa
mas nessa foto você parece tão muda
quero te ouvir [2x]
venha me fazer sorrir...

Garota do coração inocente
vem me dar seus beijos incandescentes
pois meus segredos e confissões
só tem sentido quando somo eu e você
e tenho como resultado: você me completa

Sou eu...
que conheci seu mundo em preto e branco
colori sua vida te fiz menina-mulher
vi seu choro e sorriso fui do inferno ao paraíso
contando as horas pra te ver chegar
horas que se transformaram em segundos
os nossos eternos segundos

Garota do coração inocente
um dia ainda suporto
dois nem pensar
venha logo me buscar
pois a solidão invadiu meu coração
e começou me incomodar

Por DuDu Magalhães

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Retalhos de intimidades


por: Tania Montandon


Estou no precipício das palavras, no infinito inventar que inacaba e não basta. No mistério da estranheza familiar de Freud, aropelada por descalabros não meus. É uma frustração do distanciamento acelerado da origem, do destino, da natureza.

"Algo está me chateando. Acho que sou eu mesmo" (Dylan Thomas)


Quero árvores, lagos e terra; quero animais , sossego e desconhecer a serra: elétrica, tétrica, maléfica! Quero cavalos, porcos, galinhas e gatinhos, sem esquecer os cães e os passarinhos.

"Escrever não é nada mais que ter tempo de dizer: estou morrendo"(Gaëtan Picon)

Quero escrever sob o calor saudável, sem passar sundown 30, sobre a molecada desvirtualizada, desconectada do mal-estar eletrônico; observar os maribondos fazendo casinhas de barro no quadro pintado por minha vó, pensando ser árvore de verdade. Que espelho! Que imagem!


"A escrita sempre foi destituída de quaisquer referências caso contrário ela é... Ela ainda se acha como no primeiro dia. Selvagem. Diferente. Exceto a gente, as pessoas que circulam no interior do escrito, durante o trabalho o autor nunca esquece, nunca lamenta. Não, disso estou certa. Portanto, é sempre a porta aberta para o abandono. Existe o suicídio na solidão de um escritor. "
(in:"Psicanálise, Literatura e Estéticas de Subjetivação)

Pode-se sentir só no interior da própria solidão. Quase inconcebível, perigosa, sim, um preço a pagar por ter ousado arriscar expor-se, sair e gritar em letras aladas..Não sou escritora renomada, porém me rejubilo em meu tentar e sonhar, pois isso nada pode me tirar. E as palavras que escrevo, estas que tão desconheço até que se desenham sobre as pautas... e então chego perto de as entender... e dizem não existir milagre...Pois se até a caneta comunica...


"Viver sem algumas coisas que desejamos é uma parte indispensável da felicidade."(Bertrand Russel)

Mas ainda quero contar a história do pé de limão que acabou dando mexericas, o limoeiro mexeriqueiro mais amado, o mais querido, desde jovenzinho esbanjava verde, vida, vigor, até sorria!


~

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Reflexão após ver o filme japonês ''BARAKA''

por: Tania Montandon







trailer do filme (2 minutos)

O filme transmite idéias sobre o que acontece em todo o mundo, a diversidade de raças, crenças, comportamentos, culturas em geral. Mostra aspectos existentess no islamismo, no budismo, no cristianismo e no judaísmo. Há a presença dos quatro elementos básicos da Terra: fogo, ar, terra e água.

Percebe-se a evolução do ser humano, a criação da cidade grande, acarretando uma sociedade cada vez mais competitiva. Há várias contradições relativas ao desenvolvimento da inteligência humana, vista que o homem torna-se capaz de produzir obras fantásticas, contudo ignora graves problemas ecológicos, a fome, a luta pela sobrevivência...

Como exemplo, uma árvore que leva cerca de cem anos para se desenvolver é destruída em um minuto pela serra elétrica. O ser humano abusa de seu poder natural destruindo inconsequentemente a Natureza.

É no mínimo curioso como uma espécie tão dotada de inteligência divide restos de alimentos de um lixão com vira-latas e ratos.

No Japão, a mentalidade obsessiva por trabalho e progressos tecnológicos mecanizam as pessoas e reprimem suas emoções, justificando talvez seu maior índice mundial de suicídios.

O progresso é importante e fundamental para o desenvolvimento e satisfação dos indivíduos, pois estes estão sempre em busca de algo mais para melhorar sua qualidade de vida, para ter um sentido pra prosseguir, criar, procriar. No entanto, além de criar é mister preservar as riquezas naturais e ficar alerta para que não acabem ou o processo de evolução sucumbirá.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Porquinho.O

Os animais introspectivos, tímidos e calados geralmente têm muito a oferecer a seu habitat. Mas ninguém quer ouvir o que o gambá -que fede muito- tem a dizer. Até parece que os animais bonitos e felizes iriam se importar em saber o motivo do choro do sapo...

Era uma vez um porquinho muito sujo que vivia na floresta, ele era muito solitário e carente, vivia sozinho pois praticamente ninguém gostava dele. Ele nunca fez mal a ninguém, mesmo assim os outros animais da floresta odiavam ele. Mas não por algum motivo muito especial, simplesmente porque ele fugia dos padrões de beleza daquela floresta, ele era apenas... Diferente!

Ele era um porquinho muito mais simpático, inteligente e maduro que os outros. Tinha uma Hiena que o achava lindo, mas tinha vergonha de dizer isso para algum dos outros animais, porque todos achavam aquele porquinho 'estranho' e feio. Mesmo assim, a Hiena o achava lindo.

O Porquinho tinha um sorriso maravilhoso que parecia dizer:
- Oi, eu quero ser seu amigo!

Seus olhos eram grandes e escuros, tal qual um olhar profundo que parecia enxergar a alma das pessoas.

Certo dia, a Hiena se machucou.
No dia seguinte o porquinho perguntou se ela estava melhor.
A principio a Hiena não sabia como reagir, animal algum daquela floresta tinha feito coisa parecida, e embora não fosse tão 'popular', não era tão ignorada quanto o Porquinho. Ela ficou feliz por esse ato do porquinho, e o agradeceu pela preocupação com ela,O porquinho de um sorriso, se despediu, e foi embora.

Uma vez, a Hiena pegou o porquinho olhando para sua boca. A Hiena tinha um aparelho para corrigir os dentes, que por conta do tempo, foi se desgastando, ficando fraco, e esse aparelho estava sujo (A Hiena tinha acabado de comer).

Ele não ficou com “nojo”, como era de se esperar. Ele sorriu e falou:
- Você é especial...
A Hiena ficou sem graça, e deu uma das suas risadas contagiantes.

Esse porquinho, era bem diferente de quase todos excluídos, não era tímido. E isso era uma das coisas que a Hiena mais admirava nele. Ele puxava assunto com todo mundo, era muito simpático. Uma vez, ele abordou a Hiena com uma pergunta eventual, tipo "Você gosta de macarrão". Essa foi a primeira vez que o porquinho falou com a Hiena.

Os animais daquela floresta, que eram preconceituosos e imaturos, não admitiam qualquer tentativa de estabelecer uma conversa com o porquinho. Mas a Hiena, que achava o porquinho lindo, ficava muito feliz quando ele ia falar com ela, mas como era tímida e tinha muita vergonha, fugia das conversas, e ficava com muito medo de sua timidez ser interpretada como antipatia pelo porquinho.

Essa história é muito bonita de se contar não é?! Mas na verdade, era muito triste...

A Hiena era a única que conseguia enxergar as qualidades do porquinho que todos achavam 'estranho'. Só que ela nunca conseguia demonstrar sua admiração pelo coitado...

Enfim, a Hiena era mesmo assim de personalidade marcante e de alma vibrante, e ainda tinha o poder de enxegar o interior do seu próximo, o que geralmente todos constumam ignorar, ela era como poucos, algo raro naquela floresta, e como tal, podemos afirmar que fazia a diferença naquela indiferença e, acolheu o pobre coitado do porquinho, formando assim, um elo simplesmente único. Com isso provou que as coisas importantes na vida, começam por reconhecer que todos somos diferentes e cada um tem a sua importância singular. Esse não é um exercício herculano, basta apenas deixar os preconceitos na adjacência e compartilhar das qualidades inigualáveis que os 'porquinhos' têm a oferecer.

Por DuDu Magalhães

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Gratidão

1º selo que o blog ganhou:




2º selo que o blog ganhou:




3º selo que o blog ganhou:



Puxa, sei que uma vida é pouco pra se realizar tudo que desejamos, sonhamos, lutamos, tentamos... há tantos momentos intensos, conquistas, quedas, risadas dos erros, aprendizado! Quanto aprendizado! Acho que vou parar um pouquinho agora pra expressar um pouco disso que estou sentindo: não pense que é fácil, imagine teu coração batendo como se fosse encontrar um grande amor, agora pense no que sentes quando se lembra que existes como fruto de teus pais, lembra quando fizestes 7 anos de idade e o que desejastes pro teu aniversário? Lembra de teu primeiro tombo, tua primeira palavra? Nem tanto, imagino! Porém garanto que se lembra de bons momentos de Amizade, brigas, encorajamento, diversão, xixi na calça de gargalhadas ou daquele vexame passados juntos... Como esquecer? Aqui deixo a marquinha deste momento que sei que jamais esquecerei, uma conquista, excelentes amizades, emoções intensas em tão pouco tempo!!! Faltam palavras justas pro que gostaria de dizer, em todo caso muito obrigada, Dudu, Karina, João, Inês, Fá, Ana Paula e tantos outros... os selos são símbolos que, particularmente, amei e achei os mais lindos do mundo!! :D ~

Aprendi com tudo isso um pouco mais sobre a felicidade de se ter o que agradecer, o que comemorar, o que guardar à sete chaves no meu coração, no mais vou aproveitar pra sentir isso que é tão bom e deixar rolar...

Até então, fico com esse sentimento alegre, puro e sincero de gratidão! Obrigada por tudo!

por: Tania Montandon Motta
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domingo, 8 de junho de 2008

... Tento fazer com que tudo caiba nos meus ultimos poucos dias, só não sei, se nos meus ulitimos poucos dias, caberão todos os meus sonhos...

Por DuDu Magalhães!

sábado, 7 de junho de 2008

dos sonhos


Certos sonhos há que me dizem
Que de tudo um dia
Pouco há que fica

Nem cores, frutos ou rumores
Mas apenas reflexos emaranhados



De emoções e sensações

Nada, porém, lembrado


Apenas o compartilhado

O construído na eterna luta

Do humano com a falta


por:Tania Montantadon



quarta-feira, 4 de junho de 2008

Tarde Infinita De Amor





Papel e pena é o que me resta

Do amor inteiro e verdadeiro

Que vivi naquela tarde, e o tempo apressa

Deixei-me ali entregue, do meu jeito



Mas o tempo não perdoa e é tão ligeiro

Leva-me o amante, seu gozo passageiro

Amou-me por toda a vida em seu ensejo

E a pena gruda no papel o eterno beijo



Amor por toda a vida numa tarde

Preenche-me o peito com a verdade

A vida é uma só, a tarde é infinita



Não compare em quantidade uma tarde e um amor

Não sufoque a qualidade duma vida com a dor

De ser ferida no amor sem minha tarde infinita



por: Tania Montandon

terça-feira, 3 de junho de 2008

Entre o Corpo e a Alma

Vejo tantas pessoas
Mas, apenas dois destinos
De duas pessoas
Meias verdades sempre são ditas.
Oceano de mentiras?!
O Corpo
Que pesado e macio
Torna difícil à jornada
A Alma
Leve e letal
Abre os caminhos
Destrói os corações
Intrigas
Interesses
Ilegalidade
Paixões
Esplendor
A fascinação de quem ama
A ilusão de um mágico
O Corpo pesa
A Alma brilha
Ambas brandidas ao vento
Num exercito invisível
Fogos e pavios
Olhos e olhares denunciam a sedução
Amores
Lágrimas
Estandartes de poder
Batalhas iminentes
A Ilusão?!
A invisibilidade do medo
A sombra do desespero
Marcas
Cicatrizes
O peso do Corpo
A leveza da Alma
O choro da criança
Que não pode passar mais fome
Por que não ira suportar
A garganta da feiticeira
Que sobrecarrega de esperança
Pobres ombros infantis
O eterno espelho
De mascaras desfiguradas
A Alma risca
Uma tênue linha
Que separa o ódio do amor
O Corpo pesado e macio
Apaga a tênue linha
E os mistura
Um redemoinho
De esperança e desespero
De dor e de risos
De carinho e de luxúria
De orgulho e de vergonha
De amor e de ódio
Que uma historia que volta
Vai, vem, volta
Finda e recomeça
Em eternos círculos
Formando uma fortaleza
Intransponível
A mente Chora
A consciência Grita
O vento uiva
O frio congela
Esmagados entre o Corpo e a Alma
Sangue!
Estrada de tijolos torpes
Caminham na eterna caminhada
Lutam na velha batalha
Choram as mesmas lágrimas
Bradam os mesmos gritos
Gritos de guerra
Presos em gargantas indecisas
De choro
De palavras
De morte
E de esperança
Uma esperança desesperançada
Uma esperança nula e válida
Nula?!
Válida?!
Simples?!
As mesmas e velhas perguntas
Com as novas e sibilantes
Respostas
Berros
Cinco horas
De um dia estranho
De estranhezas mundanas
De regras que foram estabelecidas
Por mentes cegas
Mentes cegas pela hipocrisia
Mentes cegas pela ignorância
Ou será que cegas pelo senso comum?!
O silêncio
Sinto o peso do Corpo na minha consciência
Sinto o gélido da lâmina em meu peito
Sinto o ardor do Sol em minha face
Sinto a refrescância da chuva em minhas costas
Sinto o medo da condenação
Sinto o orgulho da consideração
Sinto o poder da minha mente
Sinto a franqueza das minhas palavras
Vejo o que não vejo
Ouço o inaudível
Viajo sem sair do lugar
Sonho de olhos abertos
E com o pé no chão
Amo o ódio
Odeio o amor
Choro as alegrias
Rio das tristezas
Durmo e não acordo
Como em jejum
Olho em meu redor
Nada vejo
Pois está lá
O Corpo a sombrear a grama
E a Alma a iluminar os caminhos...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A vida


Pus a vida pra dormir

Acomodei-a na boa cadeira

E então fui fugir

Construindo grave asneira


Desprezei-lhe a companhia

E nem a deixei seguir

Por mais que tanto a queria

Não a deixei agir


Cortei-lhe as asas

Arrebatei-lhe a fala

Diante minha tenra brasa

Resignou-se na sala


Pudesse devolver-lhe a cor

E beijar tua face

Ofertando-lhe a flor

E retirando o disfarce


~

domingo, 1 de junho de 2008

Mais um junho na minha vida

Adeus maio.

Esse meu ultimo mês foi marcado pelas lágrimas, choros de todos os tipos, por motivos variados -muitos deles pretendo esquecer-. Mas também, teve muitos sorrisos, abraços e, como sempre... Muitos, mas muitos MICOS.

Fiz o que parecia impossível: Menti pra minha namorada. Mas assumi a mentira e ficou tudo bem. Falei com pessoas estranhas, fiz alguns cursos na área de Turismo, conheci muita gente nova, conheci melhor amigos antigos, me soltei mais em algumas situações e deixei com que algumas pessoas me conhecessem melhor...

Em alguns momentos eu quis morrer, mas já passou... Olhei coisas abstratas, e quis acreditar nas mesmas, mas não consegui. Quis tantas coisas... Quis até pedir ela em casamento, na verdade pedi, mas ela não levou a serio. [Risadas]

Fiz tantos planos, fiz tantos inimigos, sonhei, realizei alguns sonhos, senti saudade dos sonhos não realizados, e sonhei mais...

Recebi muitos elogios e poucas criticas... Passei a acreditar mais e mais em mim. Ah, quanta coisa eu aprendi...

Ensinei também, quem sabe algum dia alguém se lembre disso.
Esse mês foi tão maravilhoso, e Junho será apenas a sequência...

Que venha Junho, me trazendo novos desafios, alegrias, tristezas, histórias e sonhos.

E, sinceramente, queria agradecer a todos que fizeram parte desse mês, nos momentos bons e nos ruins também, quero agradecer também aos ‘culpados’ pelos meus piores momentos... Eles me fizeram crescer tanto, sem nem ao menos saberem. Obrigado.

Segue também alguns outros agradecimentos: ao João Parkour(Grande amigo que está comigo sempre, nos micos, nos momentos de alegrias e tristezas, enfim, sempre...), a Tania Montandon (Pessoa "sinistra" que tive o prazer de conhecer, uma mulher maravilhosa, que me faz evoluir tanto, grande amiga mesmo), e a Karina Maria... Ah, a Karina. Hoje, 1º de Junho estamos completando Sete Meses de namoro, um namoro que... é simplesmente Perfeito na sua imperfeição. Minha "Esposinha Perfeita" Te amo tanto... Obrigado por tudo.O

Bom, desejo a todos, mas, especialmente a mim mesmo...

Um ótimo junho.O